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Precisa ser tão rapidinho?

Bom, primeiro acho interessante dizer que não morremos. Estamos bem e vivos, embora um pouco distantes. Creio que isso passará. Mesmo que o blog tenha demorado um pouco pra voltar, vamos tentar fazer com que essa volta seja a todo vapor. Voltamos com a nossa programação normal.

Todo mundo já ouviu aquela piadinha do The Flash, quando ele fala com a namorada dele “Esse sexo vai ser maravilhoso... não foi?”. O problema é quando isso deixa de ser uma piada e vira um fato real, pior quando é você, leitor, que está nessa situação, digamos, constrangedora. Mas calma. Tudo na vida tem solução (ou não).

Estima-se que hoje cerca de 30% dos homens sofram de ejaculação precoce, que nada mais é que a inabilidade de segurar a ejaculação o suficiente para aproveitar o ato sexual em toda a sua plenitude. Isso não quer dizer que há um tempo mínimo para que o orgasmo masculino seja considerado precoce ou não. Isso varia de pessoa para pessoa. Ou seja, se há prazer em 15 segundos (tanto para ele quanto para ela) foi uma rapidinha bem rápida, mas não foi precoce.



O mais legal é que para Darwin, aquele mesmo, o evolucionista, a ejaculação precoce era uma forma de ajudar na continuidade da espécie, isso porque o homem não podia perder tempo fazendo sexo enquanto fugia de seus predadores naturais.

O que muito se discute é que os problemas de ereção e de ejaculação precoce são geralmente de cunho psicológico. A primeira vez de um rapaz, a vontade de muito tempo de ficar com uma pessoa, a sensação de estar fazendo alguma coisa errada, tudo isso pode prejudicar o desempenho sexual. Com isso, as primeiras relações sexuais de um garoto são as mais afetadas por isso, fazendo com que a experiência ajude a controlar essa disfunção.

A intimidade com a parceira é fundamental para resolver essa questão. Não é só porque o seu namorado foi rápido ou falhou que ele não é homem de verdade. Como já dito no post sobre a impotência, é importante que o homem se sinta confortável na relação, senão há grandes possibilidades de alguma coisa dar errada.

Algumas das técnicas mais usuais de retardar a ejaculação são as da distração, da compressão e do stop-start. Na distração o homem deve imaginar coisas durante o ato sexual que não geralmente não pensaria, como a morte de um parente, as suas dívidas, a sogra. Mas cuidado: não pense muito, senão é provável que a ejaculação precoce seja substituída por uma boa falta de ereção.

A segunda técnica, da compressão, consiste em comprimir a glande no momento de maior excitação, quando você acha que já está chegando ao orgasmo mesmo. Isso fará com que haja uma diminuição no fluxo de sangue em seu pênis e a ejaculação irá ser um pouco retardada. A técnica do stop-start é o controle do homem. Quando sentir que está quase lá, para tudo. Espera passar a vontade de ejacular e depois continue. Isso também retardará a ejaculação.

Claro que há também problemas mais sério, de cunho patológico mesmo, como a prostatite aguda ou a esclerose múltipla. Nesses casos é preciso mais que uma boa conversa com sua parceira, é preciso procurar um médico para que ele possa indicar a melhor forma de tratamento.

Essa disfunção é tão discutida e possui uma gama tão grande motivos, tratamentos e tudo mais que existe um site que fala só sobre isso. Vale a pena dar uma olhada nele aqui.


P.S.: Esse post é dedicado à todos aqueles que estiveram na mesma festa de Sábado de Aleluia que eu e não só resolveram bisbilhotar o blog, mas também comentar e fazer tantas perguntas constrangedoras que me animaram a voltar pra cá.

Nem sempre dentro é mais gostoso


“Vestibular é igual a sexo, não importa a posição, o importante é estar dentro!”


Quem já ouviu esta filosófica frase (OI?) deve saber o que ela quer dizer. Se nunca a ouviu, acabou de vê-la e, provavelmente, já deve ter percebido a insinuação da mesma. Se, mesmo depois de ler e reler esta frase você ainda não conseguiu identificar algo subliminar, (ah, pelo amor de Deus, ta mais do que na cara né, gente) das duas uma, ou você tem no máximo quatorze anos de idade (e já pode ir fechando esse blog senão sua mãe receberá um e-mail sendo alertada de que sua criança está visitando sites inapropriados para sua idade, ok?!), ou você é inocente demais, puro, quase um santo.


(Somos puros)

Engana-se quem acha que só existe sexo se houver penetração. Segundo especialistas, a grandeza do sexo vai muito além do ato de penetrar. A exploração das várias maneiras de excitar o seu parceiro, de se excitar, de descobrir novas formas de sentir prazer e redescobrir as velhas, tudo isso faz parte do sexo sem penetração. ( ou sexo sensorial)

Essa prática não é muito conhecida, mas é bastante praticada “involuntariamente”, pois ela é nada mais, nada menos que as famosas preliminares, só que sem a “finalização” comum, que é a penetração.

Há uma vertente do Swing (sim, nos tempos de hoje até as práticas sexuais estão sendo divididas) chamada soft swing, que consiste na troca de parceiros com caricias, beijos e sexo oral, sem o ato da penetração. Esse pode ser considerado, também, como um exemplo de sexo sensorial.

A professora de artes sensuais Nelma Penteado diz que “a penetração pode, sim, ser colocada em último lugar no envolvimento sexual (ou nem estar incluída), sem que isso signifique menor satisfação. Quantos casais incluem a penetração em suas relações e as mesmas são chatas, mornas e sem graça? Só isso é a prova de que a penetração não é o ingrediente fundamental de uma transa satisfatória”.

Diz-se que o sexo sem penetração nos ajuda a conhecer melhor o parceiro(a), saber em quais pontos ele(a) sente mais prazer, e há ainda quem diga que torna a relação mais intensa.

No livro “O terceiro Travesseiro”, que narra um romance gay, há um momento da história em que a personagem principal, Marcus, diz para uma amiga que nunca houve penetração entre ele e seu parceiro. Acrescenta ainda que nunca viu necessidade para isso, e que ainda assim sentia prazer.

Para muitos, a penetração é apenas um detalhe. O sentimento passado pelas carícias pode ser mais forte e dar ainda mais prazer para um casal. O importante é sempre fazer da forma que deixe ambos satisfeitos, porque dessa maneira tudo fica na mais perfeita harmonia.

Quem sabe esse não é o segredo de um casamento duradouro, heim?!


(Nós praticamos)

Se hoje em dia fazem ótimos tutoriais até para aprender coreografia de músicas das divas do POP, porque não um pra você aprender a fazer um sexo sensorial sensacional? Brincadeira, não é um tutorial, e sim dicas para adentrar a essa pratica e fazê-la de forma bastante prazerosa.Para vê-lo clique AQUI.

Mitos do Sexo Anal

Um dos mitos da sexualidade é o sexo anal e o prazer que ele pode (ou não) proporcionar. Cerâmicas de um ou dois séculos antes de Cristo mostram que naquela época essa prática era comum, porém hoje ele é um tabu entre muitos casais, já que ele é também chamado de sodomia, assim como qualquer outra prática sexual que não tem fim reprodutivo, sem contar com as dúvidas a cerca do assunto. Imposições da sociedade e medo também fazem com que essa modalidade sexual seja feita às escondidas, isso quando é feita.

Mas é para saciar todas as dúvidas (ou pelos menos a maioria delas) é que estamos aqui hoje. Para isso a leitura de um estudioso no assunto foi muito importante. É o urologista Ceslo Marzano. Além de urologista, ele é sexólogo e terapeuta sexual, escreveu recentemente o primeiro livro sobre sexo anal em terras brasileiras chamado “O Prazer Secreto”, em que fala sobre a anatomia desse tipo sexual, como praticar, curiosidades e ainda uma parte de perguntas e respostas. Para o post selecionamos algumas perguntas mais comuns em relação ao sexo anal.





Primeiramente, sim, o sexo anal dá prazer. Tanto em homens quanto em mulheres, o ânus é uma zona erógena, ou seja, é uma parte do corpo que quando tocada reage com excitação sexual. Isso quer dizer que não é só porque o homem gosta de um fio-terra uma massagem de vez em quando que ele seja homossexual. Especialistas acreditam que a quantidade de terminações nervosas e vasos sanguíneos no ânus garantem esse prazer.

E mais, o sexo anal quando feito de maneira correta e com preparação não dói. Para isso é preciso que a musculatura anal seja relaxada, isso pode ser feito tanto com uma boa conversa entre o casal quanto com massagens e até o famoso[?] beijo grego. Mas quando tal musculatura não está relaxada, aí sim, a coisa pode doer e, em alguns casos, até sangrar. Atenção: se mesmo com toda a preparação e relaxamento houver sangue durante o sexo é interessante procurar um médico, pois pode haver algum tipo de doença no ânus de seu parceiro.

A posição mais recomendada inicialmente para o sexo anal é a famosa conchinha de ladinho, por facilitar o relaxamento, as carícias simultâneas que ajudam nesse processo e controla de maneira mais fácil o ritmo e a intensidade da penetração.

Importante ressaltar que o sexo anal não pode ser seguido de penetração vaginal ou sexo oral, isso porque a região anal contem muitas bactérias específicas que em contato com outras áreas podem causar infecções e até doenças mais sérias, como a pelviperitonite. É recomendado sempre o uso de camisinha (como em toda prática sexual), já que além das bactérias passadas para o parceiro, o pênis pode sofrer infecções, da uretra até o testículo, e é importante mudar a camisinha caso queira fazer o sexo vaginal depois. As hemorroidas não são caudas pelo sexo anal, mas podem ser agravar o problema caso as hemorroidas já estejam inflamadas durante o ato.

Por fim, converse com o seu parceiro, seja ele homem, mulher, transexual, ou qualquer outra letra das siglas de gênero. O mais importante é que o casal esteja em sintonia, dessa forma, qualquer coisa pode ser prazerosa.

Não deixe pra amanhã o que você pode fazer hoje

"Na revolução industrial, onde as grandes cidades começaram a crescer de forma quase que descontrolada, o crescimento populacional também cresceu abundantemente, entrando em declínio após a invenção da televisão. Porém, algumas décadas depois, com a chegada do vídeo cassete, e posteriormente a criação dos tão famosos filmes pornô, esse crescimento populacional começou a aumentar novamente.

Os “governantes”, conformados de que as pessoas não iriam parar de “molhar o biscoito”, resolveram criar medidas para que a população não continuasse aumentando de forma progressiva. Tais medidas são conhecidas como métodos anticoncepcionais, e são utilizadas até os dias de hoje."

O textículo (QUE?) acima aborda o início das medidas anticoncepcionais, tomadas para que não houvesse um aumento exagerado da população mundial, e que é utilizado até hoje. Porém, com o avanço da medicina houve também a evolução de tais métodos, e um dos produtos desse avanço é a tão solicitada “pílula do dia seguinte”.

Há uma polêmica muito grande quanto ao método ser anticonceptivo ou não. Segundo o dicionário AURÉLIO:
Concepção. S.f. 1.O ato ou efeito de conceber ou de gerar (no útero); geração.
Sendo assim pode-se concluir que o método pode ser de anticoncepção, já que ele evita a fecundação.

A anticoncepção de emergência é o uso de medicamentos (pílula do dia seguinte) até 72 horas após o ato com o objetivo de evitar a gravidez.

Fato comum de se acontecer é o rompimento da camisinha no ato sexual, permitindo que o sêmen seja liberado podendo assim ser iniciada uma fecundação. Nesse caso a mulher tem a opção de usar o método de emergência, tomando a pílula do dia seguinte, evitando assim uma possível gravidez indesejada.

A pílula foi criada também para as vítimas de violência sexual que, na maioria das vezes, engravidavam de seus violentadores.

Porém os jovens do nosso tão badalado século 21 usam a PDS de forma irresponsável, trazendo riscos à saúde. Alguns já nem usam mais camisinha certos de que no dia seguinte terão a solução para o que eles julgam ser o pior dos problemas, a gravidez, que é de longe a pior conseqüência da falta do preservativo na hora da relação sexual.

A PDS contém uma dose muito alta do hormônio levonorgestrel e tomar uma única pílula equivale a 50 das outras pílulas contraceptivas normais. Os efeitos colaterais são variados e depende de cada mulher. Dentre eles pode-se citar a menstruação irregular, náusea, vômitos, dores no peito, cefaléia e muitos outros efeitos. Aconselha-se que não tome a pílula mais de uma vez por ano, e alguns estudos afirmam que em longo prazo ela pode causar infertilidade.

Clique AQUI e veja as perguntas mais comuns a respeito do assunto.

O mais aconselhável é que sempre use a tão amada camisinha, até por que nós já sabemos que o uso excessivo de comprimidos não fazem bons efeitos, né?!


(És lindo, forte, belo ... lindo ... a imaaaagem...)

O Tamanho do Documento

Não há assunto que deixa os homens mais constrangidos que o tamanho do pênis. Não estou dizendo que todo mundo tem vergonha do pênis, mas e o medo de alguém ter o “brinquedo” maior que o seu? Isso sem contar com a espessura. Isso acontece porque o tamanho do pênis, no imaginário popular, está ligado à masculinidade, ao prazer sexual que a pessoa pode proporcionar.

Claudecy de Souza, psicólogo, vê essa necessidade de ter um pênis grande como uma imposição social. Nos filmes pornôs, por exemplo, você não encontra nenhum ator com pênis pequeno ou flácido. Isso impõe que os homens escondam seus problemas com ereção e, mais ainda, o tamanho do pênis.

Essa imposição é tão grande que foi usada por uma campanha publicitária da Austrália. Nela, os homens que correm muito no trânsito são tachados de “cabo curto”, fazendo uma proporção inversa entre velocidade e tamanho do pênis. Assista:




Poucos sabem que a vagina, quando relaxada, não passa dos 10 cm. Durante a relação sexual esse tamanho pode chegar aos 14 cm, ou seja, mais ou menos na média mundial de tamanho de pênis. Os pênis maiores que 20 cm podem esfregar ou acertar a cérvice, ou colo co útero, o que causa em 95% das mulheres desconforto. Por isso os pênis mais curtos e grossos (como o ditado popular “curto e grosso”) são considerados mais prazerosos e menos dolorosos na hora do sexo.

Dr. Cláudio Lima afirma que um pênis “normal” mede de 5 a 10 cm quando flácido e 12,5 a 17,5 cm quando ereto. Já o Dr. Cláudio Ambrogin, também urologista, diz que o pênis médio brasileiro é de 14,5 cm, com espessura de 2,5 cm. Pênis menores de 10.5 cm podem ser considerados micro-pênis (esses valores podem variar de um especialista para o outro). Apesar de menores eles possuem as mesmas funcionalidades dos pênis grandes, como ereção, orgasmo. Caso isso não aconteça, é indicado que procure um médico.

Os micro-pênis podem ter diversas causas, desde desordens hormonais (causadas pelos testículos ou pela hipófise) até traumas, queimaduras e a já falada doença de Peyronie. Porém o mais comum é que o homem não esteja satisfeito com o tamanho do pênis mesmo que ele se enquadre nos tamanhos ditos normais. Muitos médicos não indicam a cirurgia para o aumento de pênis (sim, existe), por elas não terem mostrado muitos resultados eficientes.

Grande ou pequeno, é preciso que o casal esteja em sintonia para que o tamanho do pênis não seja um quesito primordial para que o sexo role de uma maneira legal. Encerramos então com uma célebre frase de “titia” Monique Evans:


"Prefiro um pequeno brincalhão que um grande bobão!"

Na ponta da língua

Ninguém quis colaborar com a nossa pesquisa mas, mesmo assim, amamos vocês e compreendemos que no início do relacionamento as pessoas ficam meio tímidas mesmo. E como eu sou uma pessoa boa, ótima, com lugar garantido no céu-do-amor e tudo o mais, trouxe umas informações gastronômicas para vocês comerem na cama, nos dois sentidos. Pra começar...

Oh meu Deus, a Primavera!

Estação da fertilidade que dá flores; das flores que dão frutos; e dos frutos que dão... hum... que dão aquele gostinho a mais na hora de brincar de Mãe Natureza ;P


As frutas são os alimentos mais básicos e mais consistentes na hora de produzir aquele clima de magia-poder-e-sedução. Muitas delas tem formas e texturas que remetem aos órgão sexuais e aguçam a imaginação e a libido das pessoas. Muita gente acredita que a maçã, por exemplo, tenha sido associada ao "fruto proibido" porque, quando partida ao meio, se assemelha à vagina. Assim também acontece com o figo e até com a manga, que tem mais haver com os fiapos chupados e os pêlos pubianos (olha Os Pentelhos aí, gente!). E tem mais:



Campanha publicitária de motel. Alguém tem o telefone desse gênio pra fazer propaganda do nosso humilde blog?

Mas, porém, contudo, entretanto, todavia E por via das dúvidas! é sempre bom esclarecer que não é nem um pouco aconselhável INTRODUZIR alimentos no(a) parceiro(a). Como não são produzidos para este fim, podem causar irritações na mucosa dos órgãos genitais. Aí, adeus festa. A ideia é degustá-los sobre a pele, brincando com as sensações.

Tem gente que exagera

Em entrevista ao Ig Gourmet, a dermatologista Meire Gonzaga disse que “Em contato com a superfície da pele, [os alimentos] dificilmente causam alergias ou lesões no local. (...) Podem, inclusive, substituir acessórios como as calcinhas comestíveis, que contêm corantes e outras substâncias que em algumas pessoas provocam reações alérgicas”.

Para a galera com mais prática, ou que pelo menos não tenha histórico de estabanado, desastrado, descoordenado ou qualquer adjetivo que equivalha à "tenho dois pés e duas mãos esquerdas" existem as coisas mais liquefeitas, gosmentas e/ou gelatinosas como mel, caldas, leite condensado e chantilly. Deve ser tudo uma delícia, mas a gente suspeita que:
  1. Pode causar um tremendo estrago na sua roupa de cama quando mal-manuseado;
  2. Há riscos de lesões e queimaduras quando são coisas previamente derretidas.
Se você não gosta de lavar lençol nem de se esfregar direitinho no banho, esqueça.



Ops!

"É preciso lembrar que os ingredientes caseiros não passam por testes hipoalergênicos, como os industrializados, vendidos em sex shops. Se usados incorretamente, podem causar coceira, queimação ou vermelhidão. Caso isso aconteça, lave bem a área com água e sabão neutro, e não use o ingrediente nas próximas vezes", ressalta Daniela Spilotros, responsável pela entrevista da Dra. Meire.

Os especialistas em bebidas comumente associadas ao sexo (como vinho e champagne) alertam para o cuidado na dose, para que a vontade de "ficar animadinho" não se transforme rapidamente em sono e dormência. Aí o sexo acaba antes mesmo de começar. Assim também pode acontecer com os doces citados acima, pois eles liberam uma grande carga de serotonina no organismo, o que provoca a sensação de prazer e saciedade. Se você ficar saciado demais, pode acabar desistindo do que realmente interessa :D

Tem também a galera do gelo e da bala extraforte (se quiserem patrocinar eu digo o nome) que garante aquele friozinho não só na barriga. O importante é brincar com os sentidos. Esse texto da Fabiana Moraes tem toda uma prosa poética, e é um banquete com grandes autores da literatura, filmes que eu nunca vi e o nosso amigo-de-truco Freud ( de novo?!) com aquela teoria da fase oral que você também já viu aqui. É um texto bem escrito e inspirador que vale a pena conferir ;)

Caso você ainda não tenha encontrado motivo nenhum pra tentar uma brincadeirinha gastronômica, a gente te apresenta a Kim Basinger em "Nove Semanas e 1/2 de Amor".


Sexo Virtual: solução ou problema?

Quem nunca viu uma imagem de sexo na internet que atire a primeira pedra. Não estou falando das pessoas que buscam especificamente por sexo em sites de busca ou qualquer coisa parecida. Mas a internet é cheia de páginas com conteúdos eróticos e isso trás à tona uma modalidade no ramo da sexualidade: o sexo virtual.


Quando eu digo virtual, não entenda apenas como sexo pelo computador. Alguns especialistas acreditam que o sexo (ou relacionamento) por cartas também pode ser considerado virtual, isso porque é levada em consideração a falta do contato presencial. O filme “A casa do lago”, por exemplo, explora essa virtualidade. Os protagonistas se relacionam apenas por carta, embora o tempo em que eles vivam seja diferente.


Porém o que mais nos interessa nesse post é o sexo feito pela internet. Muitas pessoas passam horas e horas em frente a um computador, envolvendo-se com pessoas que não conhecem, liberando suas fantasias de uma forma incontida. Pesquisas apontam que compulsivos por sexo virtual passem mais de 20 horas semanais procurando por imagens e vídeos eróticos e contato com outras pessoas pela internet.


É claro, é muito mais fácil um menino dizer que gosta de meninos sem a necessidade de mostra-se tão rapidamente, ou de uma menina afirmar que gosta de sexo anal sem que ela seja considerada de má índole. Essa facilidade que as pessoas têm de se esconder atrás da tela do computador facilita a auto-descoberta e, ao mesmo tempo, pode inibir o contato físico.


Por outro lado há exclusivamente a curiosidade. Recentemente uma blogueira, de codinome Felina (confira uma entrevista feita pelo site Kibe Loco com a blogueira), ficou famosa por expor em seu blog vídeos de famosos que se exibiam na webcam para ela, assim como também tantos outros sites e blogs que se dedicam apenas à postagem de imagens de famosos(as) nus.


Uma pesquisa feita pela revista Men’s Health aponta que 1 em cada 100 pessoas que praticam o sexo virtual perde o desejo de fazer o sexo considerado normal, o do contato físico. Isso se explica pela facilidade de se encontrar parceiras virtualmente (quem nunca entrou em um bate papo aí?) ou pela própria timidez que alguém pode ter para “chegar” em outra pessoa.


Considere também que esse “sexo” pode não passar de onanismo (mais conhecido como masturbação), já que essa prática pode cair no conceito freudiano de auto-erotização, em que não há um objeto externo, usa-se apenas o próprio corpo. Aí entra o conceito de traição, que pode ser diferente para um casal ou para outro.


Afinal, isso é certo ou errado? Não se sabe ao certo. Muito se fala sobre o assunto, porém não existem pesquisas científicas específicas sobre a existência da patologia em si. Psicólogos e psicanalistas apenas dizem que pessoas que mudam sua rotina, deixam de viver a “vida real” pela vida virtual, devem, ao seu modo, tentar mudar. Seja por uma ajuda especializada, seja por um autocontrole maior, vigiando-se mesmo. O mais prudente é usar o sexo virtual como complemento à sua vida sexual, não deixando que ele seja exclusivo.



Atualização 19/09: Vocês podem conferir um trecho da reportagem da revista Época sobre relacionamentos on-line. Um repórter utilizou durante 15 meses um site de relacionamentos e contou sua experiência. Você também pode fazer um teste para descobrir se você se daria bem ou não com um namoro virtual.

Adivinha que dia é hoje?



Viva, viva, viva! Uhuuul!
É tão oportuno que nosso recém-nascido blog já tenha um motivo pra comemorar \o/

O dia do Sexo começou com uma campanha dos preservativos Olla para ter um dia especialmente dedicado à conjunção carnal, ao riba-na-chulipa, ao vuco-vuco, ao bom e velho sexo.
Afinal, se tem o dia do papai, o dia da mamãe, por que não haveria de ter o dia do Papai-e-mamãe (e todas as outras posições)?

Vamos dar 5 motivos para você comemorar o Dia do Sexo praticando...
  1. Porque é bom!
  2. Porque é bom!
  3. Porque é bom!
  4. Porque é bom!
  5. Porque é bom!
Mas antes de sair de casa pra ser feliz, é importante ter na cabeça o cuidado não só com os preservativos, mas também com a higiene do local onde a festa vai rolar ;)

Motéis podem ser um grande risco à sua saúde e a do(a) parceiro(a) se não forem higienizados de maneira correta. Bem aqui dá pra gente se informar mais sobre como identificar as coisas que gritam MANTENHA DISTÂNCIA dentro de um quarto de motel. Se você por acaso não tá podendo pagar um lugarzinho bacana, façam em casa que é melhor.

Se o sexo for mesmo rolar no aconchego do seu lar, aproveite que você não tem que se preocupar com a tabela de preços e prolongue a comemoração.

E HOJE NÃO TEM DESCULPA!
Quem não tem com quem comemorar, tá triste, sozinho, largado ou simplesmente muito longe do parceiro (um beijo, amor) não precisa ver Domingo Maior devorando um pote de sorvete. É possível ter prazer na intimidade de você com você mesmo, e isso não é privilégio dos garotos. O conhecimento do próprio corpo é saudável e benéfico inclusive para o relacionamento a dois.

Como hoje é dia de pouca conversa e muita ação, com essas três dicas já podemos te liberar pra você correr atrás do prejuízo, tirar o atraso ou simplesmente aperfeiçoar a prática.

Todo mundo ficando lindo e cheiroso em 3... 2... 1...



É hoooje!



O início da Sexualidade

Muitos “atiradinhos” dizem por aí que sua sexualidade começou bem antes que dos amiguinhos, ali pelos 11 anos já sabia o que era beijo, já sabia “brincar de médico”, adorava ver a vizinha (ou o vizinho) andando de toalha pela fresta da janela. Provavelmente essas pessoas não sabem que essas tendências sexuais começam bem antes, e em todo mundo.

Não, não estou querendo banalizar o sexo, dizer que é normal ver crianças aos 5 anos fazendo sexo, porém a sexualidade é natural ao ser humano. Segundo Freud, o grande pai da psicanálise, as tendências sexuais e a busca pelo prazer já começam dentro do ventre materno.


Quem nunca viu uma fotinho de ultra-som em que o bebê está chupando o dedinho? Fofo, hum? Ali está presente a primeira fase da sexualidade segundo Freud. É a fase oral, em que a área erógena é a boca. Isso acontece até cerca de dois anos de idade. Tudo a criança quer colocar na boca. Depois, dos 2 aos 3 anos, incia-se a fase anal. Admito que essa é uma fase que eu acho pouco entendível. As crianças tem prazer em fazer e/ou segurar as próprias fezes. Nessa fase também que elas adoram tudo quanto é coisa suja. Fazer bonequinhos, esculturas, ou nada, com argila, massinhas e coisas que lembrem as fezes pode ser a solução ideal.


Após três é que começa a fase que os pais temem: a fase da pré-genitália. As crianças começam a tocar os próprios órgãos sexuais, começam a explorá-los. Alguns teóricos acreditam que nessa fase começa a masturbação na infância, embora outros dizem ser bastante raro esse acontecimento.




De qualquer maneira, é também nessa fase em que as famosas perguntas “De onde viemos?” ou “Como as mulheres ficam grávidas?” começam a surgir. Fernanda Roche, psicóloga clínica, afirma que não é recomendado aos pais mentir para os filhos. É fácil entender o motivo: hoje em dia praticamente todas as casas possuem televisão, a internet tem ficado acessível a cada vez mais brasileiros, pais moderninhos sempre contam para os amiguinhos e a informação chega distorcida.


É, portanto, importante encarar a sexualidade como um fato natural, desde cedo. Sem que caia na banalidade, contando-se para a criança mais que ela queira saber, dando informações desnecessárias e eróticas às crianças, tema que é bastante discutido por educadores e pais. Será mesmo construtivo pais colocarem menininhas de micro-roupas ou meninos vendo mulheres semi-nuas? Brincadeiras como “Tá namorando com quem, fulaninho?” ou ensinar a dar beijinhos ajuda na construção de um caráter sexual maduro ou apenas ajuda na erotização?


O recomendado é, como já dito acima, falar responder apenas o que foi perguntado. Nunca mais que isso. A criança precisa crescer, desenvolver-se sentimentalmente, para que possa passar por essa fase de perguntas e entrar – ai sim no garoto “super-desenvolvido” lá em cima de 11 anos – na fase sexual propriamente dita.

 
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