Precisa ser tão rapidinho?
Nem sempre dentro é mais gostoso

Mitos do Sexo Anal
Não deixe pra amanhã o que você pode fazer hoje
Os “governantes”, conformados de que as pessoas não iriam parar de “molhar o biscoito”, resolveram criar medidas para que a população não continuasse aumentando de forma progressiva. Tais medidas são conhecidas como métodos anticoncepcionais, e são utilizadas até os dias de hoje."
O textículo (QUE?) acima aborda o início das medidas anticoncepcionais, tomadas para que não houvesse um aumento exagerado da população mundial, e que é utilizado até hoje. Porém, com o avanço da medicina houve também a evolução de tais métodos, e um dos produtos desse avanço é a tão solicitada “pílula do dia seguinte”.
Há uma polêmica muito grande quanto ao método ser anticonceptivo ou não. Segundo o dicionário AURÉLIO:
Concepção. S.f. 1.O ato ou efeito de conceber ou de gerar (no útero); geração.
Sendo assim pode-se concluir que o método pode ser de anticoncepção, já que ele evita a fecundação.
A anticoncepção de emergência é o uso de medicamentos (pílula do dia seguinte) até 72 horas após o ato com o objetivo de evitar a gravidez.
Fato comum de se acontecer é o rompimento da camisinha no ato sexual, permitindo que o sêmen seja liberado podendo assim ser iniciada uma fecundação. Nesse caso a mulher tem a opção de usar o método de emergência, tomando a pílula do dia seguinte, evitando assim uma possível gravidez indesejada.
A pílula foi criada também para as vítimas de violência sexual que, na maioria das vezes, engravidavam de seus violentadores.
Porém os jovens do nosso tão badalado século 21 usam a PDS de forma irresponsável, trazendo riscos à saúde. Alguns já nem usam mais camisinha certos de que no dia seguinte terão a solução para o que eles julgam ser o pior dos problemas, a gravidez, que é de longe a pior conseqüência da falta do preservativo na hora da relação sexual.
A PDS contém uma dose muito alta do hormônio levonorgestrel e tomar uma única pílula equivale a 50 das outras pílulas contraceptivas normais. Os efeitos colaterais são variados e depende de cada mulher. Dentre eles pode-se citar a menstruação irregular, náusea, vômitos, dores no peito, cefaléia e muitos outros efeitos. Aconselha-se que não tome a pílula mais de uma vez por ano, e alguns estudos afirmam que em longo prazo ela pode causar infertilidade.
Clique AQUI e veja as perguntas mais comuns a respeito do assunto.
O mais aconselhável é que sempre use a tão amada camisinha, até por que nós já sabemos que o uso excessivo de comprimidos não fazem bons efeitos, né?!
O Tamanho do Documento
Na ponta da língua


- Pode causar um tremendo estrago na sua roupa de cama quando mal-manuseado;
- Há riscos de lesões e queimaduras quando são coisas previamente derretidas.

Os especialistas em bebidas comumente associadas ao sexo (como vinho e champagne) alertam para o cuidado na dose, para que a vontade de "ficar animadinho" não se transforme rapidamente em sono e dormência. Aí o sexo acaba antes mesmo de começar. Assim também pode acontecer com os doces citados acima, pois eles liberam uma grande carga de serotonina no organismo, o que provoca a sensação de prazer e saciedade. Se você ficar saciado demais, pode acabar desistindo do que realmente interessa :D
Tem também a galera do gelo e da bala extraforte (se quiserem patrocinar eu digo o nome) que garante aquele friozinho não só na barriga. O importante é brincar com os sentidos. Esse texto da Fabiana Moraes tem toda uma prosa poética, e é um banquete com grandes autores da literatura, filmes que eu nunca vi e o nosso amigo-de-truco Freud ( de novo?!) com aquela teoria da fase oral que você também já viu aqui. É um texto bem escrito e inspirador que vale a pena conferir ;)
Sexo Virtual: solução ou problema?
Quem nunca viu uma imagem de sexo na internet que atire a primeira pedra. Não estou falando das pessoas que buscam especificamente por sexo em sites de busca ou qualquer coisa parecida. Mas a internet é cheia de páginas com conteúdos eróticos e isso trás à tona uma modalidade no ramo da sexualidade: o sexo virtual.
Quando eu digo virtual, não entenda apenas como sexo pelo computador. Alguns especialistas acreditam que o sexo (ou relacionamento) por cartas também pode ser considerado virtual, isso porque é levada em consideração a falta do contato presencial. O filme “A casa do lago”, por exemplo, explora essa virtualidade. Os protagonistas se relacionam apenas por carta, embora o tempo em que eles vivam seja diferente.
Porém o que mais nos interessa nesse post é o sexo feito pela internet. Muitas pessoas passam horas e horas em frente a um computador, envolvendo-se com pessoas que não conhecem, liberando suas fantasias de uma forma incontida. Pesquisas apontam que compulsivos por sexo virtual passem mais de 20 horas semanais procurando por imagens e vídeos eróticos e contato com outras pessoas pela internet.
É claro, é muito mais fácil um menino dizer que gosta de meninos sem a necessidade de mostra-se tão rapidamente, ou de uma menina afirmar que gosta de sexo anal sem que ela seja considerada de má índole. Essa facilidade que as pessoas têm de se esconder atrás da tela do computador facilita a auto-descoberta e, ao mesmo tempo, pode inibir o contato físico.
Por outro lado há exclusivamente a curiosidade. Recentemente uma blogueira, de codinome Felina (confira uma entrevista feita pelo site Kibe Loco com a blogueira), ficou famosa por expor em seu blog vídeos de famosos que se exibiam na webcam para ela, assim como também tantos outros sites e blogs que se dedicam apenas à postagem de imagens de famosos(as) nus.
Uma pesquisa feita pela revista “Men’s Health” aponta que 1 em cada 100 pessoas que praticam o sexo virtual perde o desejo de fazer o sexo considerado normal, o do contato físico. Isso se explica pela facilidade de se encontrar parceiras virtualmente (quem nunca entrou em um bate papo aí?) ou pela própria timidez que alguém pode ter para “chegar” em outra pessoa.
Considere também que esse “sexo” pode não passar de onanismo (mais conhecido como masturbação), já que essa prática pode cair no conceito freudiano de auto-erotização, em que não há um objeto externo, usa-se apenas o próprio corpo. Aí entra o conceito de traição, que pode ser diferente para um casal ou para outro.
Afinal, isso é certo ou errado? Não se sabe ao certo. Muito se fala sobre o assunto, porém não existem pesquisas científicas específicas sobre a existência da patologia
Atualização 19/09: Vocês podem conferir um trecho da reportagem da revista Época sobre relacionamentos on-line. Um repórter utilizou durante 15 meses um site de relacionamentos e contou sua experiência. Você também pode fazer um teste para descobrir se você se daria bem ou não com um namoro virtual.
Adivinha que dia é hoje?

- Porque é bom!
- Porque é bom!
- Porque é bom!
- Porque é bom!
- Porque é bom!

O início da Sexualidade
Não, não estou querendo banalizar o sexo, dizer que é normal ver crianças aos 5 anos fazendo sexo, porém a sexualidade é natural ao ser humano. Segundo Freud, o grande pai da psicanálise, as tendências sexuais e a busca pelo prazer já começam dentro do ventre materno.
Quem nunca viu uma fotinho de ultra-som em que o bebê está chupando o dedinho? Fofo, hum? Ali está presente a primeira fase da sexualidade segundo Freud. É a fase oral, em que a área erógena é a boca. Isso acontece até cerca de dois anos de idade. Tudo a criança quer colocar na boca. Depois, dos 2 aos 3 anos, incia-se a fase anal. Admito que essa é uma fase que eu acho pouco entendível. As crianças tem prazer em fazer e/ou segurar as próprias fezes. Nessa fase também que elas adoram tudo quanto é coisa suja. Fazer bonequinhos, esculturas, ou nada, com argila, massinhas e coisas que lembrem as fezes pode ser a solução ideal.
Após três é que começa a fase que os pais temem: a fase da pré-genitália. As crianças começam a tocar os próprios órgãos sexuais, começam a explorá-los. Alguns teóricos acreditam que nessa fase começa a masturbação na infância, embora outros dizem ser bastante raro esse acontecimento.
De qualquer maneira, é também nessa fase em que as famosas perguntas “De onde viemos?” ou “Como as mulheres ficam grávidas?” começam a surgir. Fernanda Roche, psicóloga clínica, afirma que não é recomendado aos pais mentir para os filhos. É fácil entender o motivo: hoje em dia praticamente todas as casas possuem televisão, a internet tem ficado acessível a cada vez mais brasileiros, pais moderninhos sempre contam para os amiguinhos e a informação chega distorcida.
É, portanto, importante encarar a sexualidade como um fato natural, desde cedo. Sem que caia na banalidade, contando-se para a criança mais que ela queira saber, dando informações desnecessárias e eróticas às crianças, tema que é bastante discutido por educadores e pais. Será mesmo construtivo pais colocarem menininhas de micro-roupas ou meninos vendo mulheres semi-nuas? Brincadeiras como “Tá namorando com quem, fulaninho?” ou ensinar a dar beijinhos ajuda na construção de um caráter sexual maduro ou apenas ajuda na erotização?
O recomendado é, como já dito acima, falar responder apenas o que foi perguntado. Nunca mais que isso. A criança precisa crescer, desenvolver-se sentimentalmente, para que possa passar por essa fase de perguntas e entrar – ai sim no garoto “super-desenvolvido” lá em cima de 11 anos – na fase sexual propriamente dita.





